
Foto: Reprodução
O
conselheiro Domingos Arjones, da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção
Bahia (OAB-BA), sugeriu na última sessão plenária realizada nesta
sexta-feira (10), que seja aberta uma ação para que os dezessete volumes
de um diário do jurista Márcio Thomaz Bastos, se torne um documento
público. Thomaz Bastos escreveu o diário durante os quatro anos em que
foi ministro da Justiça, durante o governo Lula. O documento pode
revelar em detalhes os quatro anos em que o jurista esteve no comando da
pasta. No testamento, Márcio Thomaz Bastos declarou que os documentos
só poderão ser conhecidos 50 anos após a sua morte, e, atualmente, estão
guardados em um cofre. Para Arjones, a “sociedade precisa saber o que
está no diário”. A ação sugerida visa forçar que o espólio do advogado,
que faleceu em novembro de 2014, seja aberto. Márcio Thomaz Bastos foi
um dos advogados que coordenou a defesa dos réus do mensalão, na Ação
Penal 470.
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